Demorou mas o Metallica compensou os 11 anos de ausência

Meu domingo foi agitado. Depois de ter finalizado as camisetas para o show, eu e meu cunhado diLucky estavamos aguardando meu sogro para irmos para o Morumbi. Cheguei um pouco tarde, lá pelas sete da noite. Até eu conseguir entrar, o Sepultura, banda que abriu os shows em São Paulo, já estava no fim de sua apresentação. A expectativa era enorme para o que estava por vir. Pois bem, as nove da noite os holofotes do estádio do Morumbi se acendem, iluminando toda a plateia. James Hetfield e seus companheiros entram e o estádio fica insandessido.  Logo na sequencia o Metallica abre o show com a faixa que tem tocado com mais frequência durante a “Death magnetic tour”, “Creeping death”, do álbum “Ride the lightning”. Logo após essa paulada eles emendam com a poderosa “Ride The Lightning”. O que ficou evidente em todos os shows foi o amor pelos fãs.  Depois de “The End Of The Line”, James faz um discurso agradecendo o apoio da “família Metallica” e pergunta ” Do you wanna heavy?” e logicamente a resposta foi “YES!!!”. Homenageando o Sepultura e todos os brasileiros ele toca “Sad but true”. Vocês querem mais peso?”, provocava. Com um show pontuado por mais momentos de “o Metallica ama vocês”, eles nem parecem a banda que há dez anos chegou perto de processar os próprios fãs que compartilhavam as suas músicas no Napster, e também soam bem mais felizes e à vontade do que na época do controverso álbum “St. Anger”, de 2003, que quase fez o grupo ruir. O repertório da apresentação foi quase inteiro de clássicos, exceto por quatro faixas de “Death magnetic” – além de “Cyanide”, “That was just your life”, uma pequena introdução de “The day that never comes” e a “The end of the line. Técnica perfeita com quase trinta anos de estrada e mais de cinco na formação atual com o baixista Robert Trujillo, eles não precisam provar mais nada em termos de técnica. A guitarra solo de Kirk Hammett foi fantástica, o batera Lars Ulrich arrebentou. Apesar de se encaixar sonoramente com perfeição, Trujillo é um pouco mais “zueiro” do que seus camaradas, sempre girarando com o baixo no fim do show. Apesar de ser uma banda internacionalmente famosa o palco era simples. Fazendo companhia ao grande telão atrás do grupo, o único efeito a parte forão os fogos de artifício e lança-chamas, que funcionam perfeitamente para dar o clima de guerra durante a introdução da sensacional “One”.

Na segunda noite de apresentação do Metallica em São Paulo, Brasil, a banda tocou a seguinte setlist:

Creeping Death
Ride The Lightning
Fuel
Sad But True
The Unforgiven
That Was Just Your Life
The End Of The Line
Welcome Home (Sanitarium)
Cyanide
My Apocalypse
One
Master Of Puppets
Fight Fire With Fire
Nothing Else Matters
Enter Sandman
– – – – – – – –
Helpless
Hit The Lights
Seek and Destroy

Sem dúvida alguma, foi um dos melhores shows que já assisti, não pela estrutura ou organização do evento que foi realmente questionável e sim pela qualidade de som apresentada.

METALLICA ROCKS!!!

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