A importância dos óleos funcionais

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Foto: CyberDiet

Há muito que se pesquisam as funções dos mais diversos tipos de óleos vegetais para nutrição e outros benefícios.

Segundo a Agência de Vigilância Sanitária (ANVISA) os óleos vegetais são produtos constituídos, principalmente, de glicerídeos de ácidos graxos de espécies vegetais, que se encontram na forma líquida à temperatura de 25 C.

Com uma variedade grande de produtos no mercado, sempre há dúvidas para que servem realmente. Então relacionei alguns óleos e suas respectivas funções, para quando olhar na prateleira, ter certeza do que você está comprando e os benefícios que eles podem trazer.

Veja alguns tipos:

ÓLEO DE ALGODÃO: extraído da semente, também conhecida como caroço do algodão. Esse óleo tem um leve sabor de castanha, com coloração dourada claro ao amarelo avermelhado, essa coloração pode variar de acordo com o grau de refinamento.

Contém uma mistura de ácidos graxos saturados e insaturados, sendo o principal componente o ácido linoléico( ômega-6) e ácido oléico (ômega 9). Esse óleo é utilizado na industria alimentícia e farmacêutica, cosméticos, iluminação, lubrificantes e sabão.

ÓLEO DE AMENDOIM: sua origem é da extração da semente de amendoim. Apresenta cor amarelo pálido, odor e sabor suave característico.
Contém alto teor de vitamina E. É um óleo de fina qualidade, podendo ser utilizado em pratos especiais, saladas, além da indústria alimentícia, farmacêutica, cosmética entre outras.

ÓLEO DE CANOLA: a canola foi obtida a partir do melhoramento genético realizado na semente de colza, utilizada para biodisiel, pois apresenta substâncias tóxicas em sua composição que impossibilita a utilização para a alimentação.
O óleo de canola tem coloração amarelada com sabor e odor característico; rico em ácido graxo insaturados como o ácido oléico (ômega 9) e ácido linoléico (ômega 6).
Principalmente utilizado para preparo de alimentos, além de ração animal, veterinário e industria farmacêutica.

ÓLEO DE GIRASSOL: extraído da semente do girassol. É um óleo límpido, de cor amarelo dourado claro, com odor e sabor suave característico. Apresenta alto índice de ácido linoléico (Ômega 6) e de tocoferóis (vitamina E).
É bastante utilizado para o preparo de alimentos como saladas, cozidos, conservas, pratos finos. Além do uso na própria indústria alimentícia, cosmética, farmacêutica.
Devido à sua composição química é um dos óleos mais recomendados, do ponto de vista nutricional, para a utilização no preparo dos alimentos.

ÓLEO DE MILHO: originário do gérmem do milho. Apresenta cor amarelo claro, odor e sabor suave característico.contêm ácidos graxos poliinsaturados: linoléico (ômega 6) e linolênico (ômega 3).

ÓLEO DE SOJA: originário da extração da semente da soja. É o óleo mais consumido mundialmente. Apresenta cor levemente amarelado, límpido com odor e sabor suave característico. È bastante utilizado no ramo alimentício, tanto domiciliar quanto na indústria.
Apresenta alto teor de ácido linoléico (ômega 6), além de ácido oléico (ômega 9) e ácido linolênico (ômega 3).

ÓLEO DE UVA: extraído da semente da uva. Apresenta cor amarelo esverdeado, sabor agradável e odor característico.
Contém altos índices de ácido linoléico (ômega 6) e é altamente rico em tocoferol (vitamina E). É bastante utilizado em geléias, tortas, sucos e nos alimentos.

ÓLEO DE PALMA: também conhecido como óleo de dendê e é extraído da polpa do fruto. Coloração levemente amarelo avermelhado. Rico em tocoferol (vitamina E).
Está entre os óleos mais produtivos do mundo, aproximadamente 80% da produção mundial é destinado a alguma aplicação alimentícia, os outros 20% restante são para finalidades não alimentícias. Dentre as finalidades alimentícias pode-se citar: azeite de dendê, margarinas, sorvetes, bolachas e etc.

ÓLEO DE GERGELIM: também conhecido como óleo de sésamo, é extraído da semente um óleo de cor amarelo claro com sabor característico e agradável.
Contêm ácidos graxos poliinsaturados: linoléico (ômega 6) e oléico (ômega 9), apresenta alta estabilidade química.
É destinado, principalmente, para fins alimentícios: nas culinárias chinesa e japonesa, assim como na cozinha do médio oriente e na fabricação de doces e balas.

AZEITE DE OLIVA: o azeite de oliva é extraído da fruta da oliveira, árvore natural da região do Mediterrâneo.
Azeite é o óleo obtido a partir do fruto da oliveira sem terem sido submetidos a qualquer manipulação ou tratamento.
Azeite virgem é o óleo obtido a partir do fruto da oliveira por processos mecânicos ou outros em condições térmicas, que não levam a alteração do óleo. O azeite virgem é um óleo adequado para consumo no estado natural.
Coloração do verde para o amarelo, apresenta odor e sabor característico. Apresenta alto teor de ácido oléico (ômega 9), além de ácido linoléico (ômega 6).
Óleo de oliva é o óleo obtido a partir de azeite virgem, o teor de ácido e/ou organolépticas características que o tornam impróprio para consumo no estado natural, por meio de refino métodos que não levam a alterações na estrutura glicerídicos inicial.

ÓLEO DE CÁRTAMO : os ácidos graxos do óleo, dada a elevada proporção de poliinsaturados, confere-lhe um alto valor dietético: redução do nível de colesterol e das doenças circulatórias e cardíacas. O óleo das variedades de cártamo linoleico contém cerca de 75% de ácido linoleico e é utilizado como óleo alimentar, para temperar saladas e no fabrico de margarinas brandas. O óleo das variedades com alto teor de ácido oleico (superior a 70%), sendo muito estável quando aquecido, pode ser utilizado em fritura. É um antioxidante natural que possui propriedades que podem acelerar o metabolismo das gorduras, auxiliando assim, no controle da obesidade.
Estudos indicaram que esse óleo contém substâncias que atuam obrigando o organismo a usar a gordura acumulada como combustível contribuindo para uma maior eliminação de gordura.

ÓLEO DE CÔCO: de coloração quase transparente, o óleo de côco virgem é um alimento funcional, pois é rico em proteínas, carboidratos, óleos e minerais e vários componentes benéficos à saúde, classificados como nutracêuticos, como os ácidos láurico, mirístico e palmítico. Cerca de 50% da gordura do coco é composta pelo ácido láurico, o seu principal ácido graxo, de cadeia média, que no corpo humano se transforma em monolaurina, um monoglicerídeo de ação antibacteriana, antiviral e antiprotozoária, usado pelo organismo para destruir a capa lipídica de vários microorganismos.

Agora é ir ao mercado e escolher o óleo que melhor se enquadra as suas expectativas. Uma coisa é fato, se não “funcionarem”, pelo menos você variou o sabor de seus pratos! RS

fonte: RG Nutri, Wikipédia e Saudeja.

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Uma resposta para “A importância dos óleos funcionais

  1. Oi Raphael – fico feliz que também aprecie os óleos vegetais. Gostaria de sugerir que experimente outros sabores – avelã, castanha do Pará, semente de abóbora, macadâmia…Produzimos esses óleos na Veris, todos puros e extraídos por prensagem a frio para conservar sua funcionalidade. Nas próximas semanas estaremos com e-commerce! http://www.verisbrasil.com

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