A matemática LEGO! Criatividade aliada a engenharia

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Com o intuito de incentivar a criatividade e aplicar conceitos de engenharia na montagem de peças com LEGO, Marcelo Stavale Molina desenvolveu um estudo muito interessante.

A base de conhecimento é comum à educação em LEGO, porém ilustrada em 3D, explicando os conceitos de montagem equivalências entre as peças e proporções.

Vale muito a pena conferir!

http://www.tecnomodo.com/2008/09/montagens-em-lego-matemtica-e-as-peas.html

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Conheça celebridades veganas, que não consomem produtos de origem animal

Esta semana, uma série de fatos deixou claro que, mesmo que minoritário, o veganismo marcou definitivamente seu espaço no topo da indústria de entretenimento.

Beyoncé lançou um serviço de entrega de pratos veganos e saudáveis; os convidados da prestigiada cerimônia do Bafta, conhecido como o Oscar britânico, tiveram a opção de um cardápio vegano; o rapper Lil B vai lançar agora uma versão de emojis com temática vegana.

O vegano Woody Harrelson (Foto: Reprodução Internet)

O vegano Woody Harrelson (Foto: Reprodução Internet)

Várias celebridades já adotaram uma dieta ou o estilo de vida vegana, como Joaquim Phoenix, Thandie Newton, Woody Harrelson e Natalie Portman. Grifes de luxo como Stella McCartney e Joseph Altuzarra tem empregado couro vegano em suas produções na passarela. Estaria o veganismo em alta?

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Você é um viciado, aceite isso!

Autor: KEDOUK, MARCIA Editora: SUPER INTERESSANTE Assunto: Dietas

Autor: KEDOUK, MARCIA
Editora: SUPER INTERESSANTE
Assunto: Dietas

“Prato sujo” é o nome de um livro lançado em 2013, pela editora Super Interessante, um tanto estarrecedor quando falamos sobre alimentação e qualidade de vida. A sinopse do livro já é um caso a parte… Vejam:

“Sexo, dogs e hot roll! Começou com um docinho depois do almoço. Depois, era batata frita a semana toda. Essa é a história de um cérebro viciado e prostituído: ele sabe que salada é mais digna para a saúde, mas gosta mesmo é de açúcar, sal, gordura, farinha refinada – substâncias que dão tanto prazer quanto sexo, com um poder viciante comparável ao de drogas como a cocaína. A indústria da comida se aproveita dessa nossa fraqueza neurológica para tornar seus produtos cada vez mais irresistíveis, com doses cavalares desses aditivos. E pagamos por isso com a nossa saúde. Aqui você vai entender como realmente funciona essa indústria. E, para não dizer que não falamos de couve-flores, este livro também traz descobertas fresquinhas da ciência que podem revolucionar sua dieta. Bom apetite! Ou não.”

De uma forma geral, a autora Marcia Kedouk estudou e pesquisou como a indústria de alimentos manipula de forma leviana seus produtos de modo a nos tornarmos escravos, obesos e enfermos desta grande máquina de vendas que chamamos de sociedade moderna.

Vale a pena ler e tirar suas próprias conclusões. O problema será encarar aquele bolinho que você com certeza escondeu na bolsa para comer mais tarde… rs

Ovos de páscoa sem culpa

Veganos e alérgicos, podem sim curtir a tradição comendo ovos de páscoa feitos com um tipo de produto que não é chocolate mas é muito parecido. Isso existe e se chama Alfarroba. Ele é visto como um substituto do chocolate. Continuar lendo

O cara se curou da AIDS!!!

Quando eu li achei que fosse lorota, mas não é que a estória é verídica! Se depois de ler o post você achar que ele não é abençoado, eu não sei quem mais pode ser!

Timothy Ray Brown, o sortudo em questão, era um paciente de 42 anos, proveniente de Seattle, Estados Unidos, mas que vivia na Alemanha. Portador do vírus desde os 30 anos, mantinha a doença sob controle com o uso de anti-retrovirais, sem quaisquer complicações.
Provando que azar é apenas uma questão de perspectiva, aos 40 anos de idade, em 2007, o paciente desenvolveu um tipo de leucemia aguda (câncer do sangue). Foi submetido ao procedimento padrão, quimioterapia, da qual evoluiu até bem. Porém, a doença retornou, e novamente ele necessitava tratamento. Desta vez, seria feito um transplante de células-tronco sanguineas (stem cells).


Veja mais …

Fonte: Papo de homem

5º Jundcomics – Os heróis estarão em Jundiaí

Este final de semana rola novamente o contando com o pessoal do “Coletivo Quarto Mundo” dando palestras e oficinas, Estevão Ribeiro vindo de Niterói (RJ) para lançar sua revista “Pequenos Heróis”,  e tem uma exposição muito legal com páginas de quadrinhos de vários artistas. O espaço contará também com a exposição “A história das Histórias em Quadrinhos” do Álvaro de Moya.

O evento rola nos dias 20 e 21 de novembro, das 8h30 às 18h. Entrada Franca Endereço: Centro das Artes – Rua Barão de Jundiaí, 1093 – Centro – Jundiaí (SP)

Confiram na programação e venham para minha cidade!

Vegetarianos famosos – Mary Shelley

Escritora britânica Nascida em 30 de agosto de 1797

Local: Londres, Inglaterra Morreu em 1 de fevereiro de 1851

Mary Wollstonecraft Shelley, mais conhecida por Mary Shelley foi uma escritora britânica, filha do filósofo William Godwin e da pedagoga e escritora Mary Wollstonecraft. Sua mãe morreu ao dar a luz a ela. Ela foi então criada pelo pai e pela sua madrasta, que a odiava. Sua irmã era depressiva e cometeu suicídio; na família havia também dois irmãos. Ela conheceu o poeta Percy Bysshe Shelley em 1813. Ele tinha apenas 20 anos, mas já era casado – e infeliz no casamento. Ela e ele casaram-se depois do suicídio da primeira esposa. Seu pai deserdou-a por isso. O casal teve quatro filhos, mas apenas um viveu bastante. Em 1822 seu marido morreu, e então a vida de mary terminou. Embora ela tenha vivido por mais trinta anos, nunca mais teve a mesma chama, como quando na companhia de seu brilhante marido e seus amigos, como o poeta Lorde Byron. A obra mais famosa é Frankenstein escrita entre 1816 e 1817. O romance obteve grande sucesso e gerou todo um novo gênero de horror, tendo grande influência na literatura e cultura popular ocidental. Biografia Mary Shelley era filha de Mary Wollstonecraft, considerada uma das primeiras feministas e que, infelizmente, morreu dez dias após o nascimento da filha. Ela ficou conhecida pela publicação das obras “A Reivindicação dos Direitos da Mulher (1792)” e “Os Erros da Mulher”. O pai de Mary Shelley, William Godwin, era jornalista, escritor e teórico anarquista, considerado o precursor da filosofia libertária. Publicou a obra “Uma Investigação Concernente à Justiça Política” (1793) que o tornou famoso e mais algumas obras dentre as quais destacamos “As Coisas Como São” e “As Aventuras de Caleb Williams” (1794). Como boa filha de seus pais, Mary publicou seu primeiro poema aos dez anos de idade e aos dezesseis, ousadamente, fugiu de casa para viver com Percy Bysshe Shelley, apenas cinco anos mais velho, mas já bastante famoso poeta romântico que se casara há apenas cinco anos antes com Harriet Westbrook com quem tivera dois filhos. Após o suicídio de Harriet, Mary e Percy se casaram, em 1816 e Mary adotou o sobrenome de seu marido passando a se chamar de Mary Wollstonecraft Shelley. A fuga de ambos os levou a se encontrar com Lord Byron em Genebra, na Suíça, com quem manteriam bastante contato e que teria sido o responsável por instigar Mary a escrever sua obra mais famosa. Segundo a história, Mary e Percy Shelley, Claire Clairmont e Lord Byron estavam em mais uma de suas reuniões quando Byron propôs a Mary que escrevesse a mais terrível história que pudesse. Encorajada por Percy, um ano depois Mary publicaria sua obra intitulada “Frankenstein, ou Moderno Prometeus” (título completo) com um prefácio, não assinado, dele mesmo e que lograria enorme sucesso. Mas, ao contrário do que muitos podem afirmar, e do que se tornaram os filmes que, mais tarde, tentariam reproduzir a belíssima história de Mary Shelley, Frankenstein não é uma história de terror. Frankenstein fala da história de um cientista (Victor Frankenstein) que obcecado por tentar recriar a vida, fica horrorizado ao ver que cometera um erro. Em uma certa parte do livro ele chega a refletir sobre sua responsabilidade sobre o que fizera e a criatura à quem dera a vida, e o quão errada é a busca cega e pelo conhecimento. Em 1822, porém, Mary perderia Percy que morreu afogado na baía de Spezia, próximo a Livorno (Itália). Mary então voltou para a Inglaterra e dedicou-se a publicar as obras de seu marido, sem contudo deixar de escrever. Algumas obras de Mary Shelley foram “Faulkner” (1937), “Mathilde” (publicada em 1959), “Lodore” (1835), “Valperga” (1823) e “O Último Homem” (1826), considerada pela crítica como sua melhor obra e que teve grande influência sobre a ficção científica. Em “O Último Homem” Mary conta a história do fim da civilização humana e sua destruição por uma praga.

Fonte: Wikipédia