Você conhece a história da tatuagem?

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A história da tatuagem é muito mais antiga do que muitos pensam. A história da tatuagem parece estar ligada com a evolução do homem e do desenvolvimento da consciência do “eu”.

Foi no Egito antigo que a tatuagem feita com perfurações introduzindo um pigmento na pele foi praticada. Existem provas arqueológicas que provam que marcas de tatuagens foram feitas em seres humanos no Egito entre 4000 e 2000 a.C. Foi no Egito, também, que a arte da tatuagem viajou o mundo.

Por volta de 2000 a.C. a arte da tatuagem se espalhou pela Ásia indo para China e Japão.

Os polinésios mais do que qualquer outro grupo que conhecia a tatuagem, foram os responsáveis pela distribuição da tatuagem.

A tatuagem na América é uma barreira ainda para a ciência e história. Foi estabelecido que os primeiros habitantes do México e Peru, conheciam a arte e que mais tarde foi desenvolvida pelas civilizações Maias, Incas e Astecas.

Cristóvão Colombo levou para casa homens tatuados da América do Norte, mas o fato de que os Incas eram tatuados, embora sua civilização fosse mais avançada do que muitas da Europa já eram o suficiente para condená-los como “Bárbaros”.

Em 1691, o pirata e explorador William Dampier, em uma de suas viagens aos mares do Sul, levou para Londres um nativo com o corpo todo tatuado. Giolo, o Príncipe Pintado como ficou conhecido, virou sensação da sociedade londrina fazendo exibições em praças, mercados e circos. Até a chegada do Príncipe Pintado a Europa, a arte da tatuagem era ignorada. O Príncipe foi apresentado para o rei e rainha por Dampier, e subseqüentemente o explorador resolveu tirar proveito de sua “propriedade” fazendo exibições.

Em 1771, quando o capitão James Cook retornou para Inglaterra após sua primeira viagem pelo Taiti e litoral da Nova Zelândia. A tripulação de Cook entra em contato com os nativos tatuados e o Capitão Cook escreveu um livro com as anotações do seu diário de bordo. Cook descreveu como os nativos daquela região decoravam a pele.

Na segunda viagem, o capitão Cook também levou um nativo para a Europa. Seu nome era Omai e ele foi exibido em várias cidades da Grã-Bretanha. Quando Cook deixou a cidade para outra viagem em 1776, ele colocou Omai a bordo de um de seus navios e o mandou de volta a sua terra natal.

Em 1806, um mercador abandonou seu servo, um negro com o corpo repleto de tatuagens. Encontrado vagando pelas ruas da cidade, o pobre homem foi levado às autoridades e trancado numa cadeia até que fosse encontrada uma maneira de descartá-lo. Depois o pobre homem foi salvo por um nobre que gostou das tatuagens e deu permissão para ele participar de um grupo circense.

Em 1828, os britânicos ficaram chocados e fascinados quando apareceu nos jornais o fato do marinheiro John Rutherford ter retornado a sua casa vindo da Nova Zelândia com seu corpo e rosto coberto de tatuagens elaboradas. Rutherford declarou que em 1816, ele havia sido capturado e pelos Maoris (povo nativo da Nova Zelândia) e o tatuaram a força mantendo-o como prisioneiro durante seis anos. Nesse período de seis anos, Rutherford informou que ele fora homenageado com uma cerimônia de tatuagem conduzida por dois padres. Deitado de costas e cercado pela tribo inteira, seu corpo foi tatuado desde braços e pernas até o abdômen e rosto. A operação durou cerca de quatro horas, durante a qual a filha do chefe limpava o sangue com tecido de linho. Ele perdeu a consciência durante a cerimônia.

Após sua iniciação, Rutherford viveu tranqüilamente com sua esposa maori e a tribo o tratava como se ele fosse um deles. Seu relacionamento com a filha do chefe ocasionou em três filhos. Rutherford explica que já tinha perdido a esperança de voltar a sua terra natal para sua família. A esperança reacendeu quando ele avistou um navio próximo da costa. Naquela noite ele escapou e nadou até o navio que estava ancorado e contou sua história ao capitão do navio que o recebeu a bordo.

O conto de Rutherford levantou uma grande simpatia por toda a Inglaterra. Mas quando sua história foi investigada com mais profundidade, foi descoberto que Rutherford havia de fato se unido aos maoris, mas de livre e espontânea vontade, ele se apaixonou pela filha do chefe da tribo e submeteu-se a cerimônia para que pudesse se tornar membro da comunidade.

No século XVIII a tatuagem havia se tornado bastante popular entre os marinheiros, particularmente aqueles que navegaram os mares do sul.

No século XIX não havia tatuadores profissionais trabalhando, embora muitos tatuadores amadores estivessem a bordo dos navios e nos grandes portos.

A partir de 1920 a tatuagem foi ficando mais comercial, tornando-se mais popular entre americanos e europeus. Surgindo uma gama de tatuadores que eram artisticamente ambiciosos. Eles acharam muitos clientes nas décadas de 1950 e 1960.

A tatuagem hoje em dia e muito artística e higiênica também, com muitas informações e desenhos a escolha. A cada dia que passa a tatuagem cresce mais.

Principais estilos

Old school (escola antiga), também chamada de tradicional, é estilo das primeiras tatuagens norte-americanas. São normalmente coloridas, de traços arredondados, e sem muito acúmulo de informação. Os desenhos costumam ser de mulheres, corações, âncoras e gaivotas.

 New school (nova escola), que traz desenhos mais carregados de cor e traços estilizados – uma influência do grafite.

 Realista e portrait são tatuagens realistas de paisagens, animais, santos ou pessoas exatamente como são na realidade. A modalidade entre as realistas tão ou mais complexa é o portrait (retrato). Esse tipo de tatuagem é feito com base em uma fotografia e o resultado deve parecer realmente uma foto estampada na pele.

 Comics são tatuagens de desenhos animados conhecidos ou que seguem o traço dos desenhos animados para fazer outros tipos de desenho, como animais.

 Tribais são tatuagens feitas com traços pretos que podem ter, ou não, significado além da forma. Este recurso de desenho pode se utilizado para estilizar qualquer tipo de desenho. Desenhos tribais com significado relativo são os Celtas, Maoris, Indígenas, Africanos, Egípcios entre outros.

Orientais são normalmente desenhos grandes, mas também podem ser pequenas, feitas com um traço muito específico e detalhadas. Geralmente os desenhos são flores, dragões orientais, tigres, carpas, samurais e gueixas. Esse tipo de desenho pode ser executado com máquina elétrica, porem a tradicional tatuagem japonesa, feita no Japão, é feita pela técnica Tebori. Este é um método manual tradicional de tatuar, que significa tatuar com as mãos, através de agulhas, presas a hastes de bambu, madeira ou marfim. A diferença entre uma técnica e outra é que o resultado do Tebori é mais suave do que a máquina.

Ideograma (do grego ιδεω – idéia + γράμμα – caracter, letra) é um símbolo gráfico utilizado para representar uma palavra ou conceito abstrato.

Como exemplos de escritas ideográficas, podemos citar os hieróglifos do antigo Egito, a escrita linear B de Creta e a escrita maia, assim como os caracteres kanji utilizados em chinês e japonês. Muito procurada por quem quer uma tatoo mais simples.

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21 Respostas para “Você conhece a história da tatuagem?

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